Próteses Auditivas
A PERDA DE AUDIÇÃO
A perda de audição na população portuguesa é um tema importante e tem sido objeto de estudos científicos. De acordo com dados disponíveis até 2023, a perda auditiva afeta uma percentagem significativa da população, especialmente entre os idosos. Estima-se que cerca de 30% das pessoas com mais de 65 anos apresentem algum grau de perda auditiva, o que é comum devido ao envelhecimento natural do sistema auditivo.
Fatores como exposição a ruídos altos, doenças infecciosas, uso de certos medicamentos e fatores genéticos também contribuem para a perda auditiva em diferentes faixas etárias. Além disso, a perda auditiva na população portuguesa tem demonstrado um aumento devido ao envelhecimento populacional e ao estilo de vida moderno, que muitas vezes expõe as pessoas a ambientes ruidosos.
A deteção precoce e o tratamento adequado, como o uso de aparelhos auditivos, podem melhorar significativamente a qualidade de vida das pessoas afetadas. Programas de saúde pública e campanhas de conscientização são essenciais para promover a prevenção e o cuidado com a saúde auditiva em Portugal.
Algumas informações específicas sobre a perda de audição na população portuguesa, com base em dados científicos e estudos recentes:
Proporção por faixa etária: Como mencionei antes, a perda auditiva é mais comum em idosos. Estudos indicam que aproximadamente 30% das pessoas com mais de 65 anos em Portugal apresentam algum grau de perda auditiva, sendo que essa percentagem aumenta com a idade. Em faixas etárias mais jovens, a perda auditiva é menos comum, mas pode ocorrer devido a fatores como exposição a ruídos ou doenças.
Tipos de perda auditiva: Existem diferentes tipos, incluindo perda condutiva (problemas no ouvido externo ou médio que impedem a condução do som para o ouvido interno ), perda neurossensorial (danos no ouvido interno ou no nervo auditivo) e perda mista (combina ambos os tipos, afetando tanto o ouvido externo/médio quanto o interno). Na população portuguesa, a perda neurossensorial é a mais comum, especialmente relacionada ao envelhecimento e à exposição a ruídos.
Fatores de risco específicos: Além do envelhecimento, fatores como o uso de medicamentos ototóxicos, doenças como otite, exposição prolongada a ambientes ruidosos (indústrias, concertos, uso de fones de ouvido em volume alto) e fatores genéticos contribuem para a perda auditiva.
Impacto na qualidade de vida: A perda de audição pode afetar a comunicação, o desempenho profissional, o bem-estar psicológico e as relações sociais. Estudos mostram que pessoas com perda auditiva, não tratada, têm maior risco de isolamento social, depressão e dificuldades cognitivas.
Deteção e tratamento: A deteção precoce é fundamental. Em Portugal, programas de rastreio auditivo infantil são bem estabelecidos, mas a atenção à perda em adultos e idosos ainda pode ser aprimorada. O uso de aparelhos auditivos, implantes cocleares e terapias de reabilitação auditiva são opções eficazes para melhorar a audição e a qualidade de vida.
Dados recentes e desafios: Apesar dos avanços, há desafios na implementação de políticas de saúde auditiva acessíveis a toda a população, especialmente em áreas rurais. A conscientização sobre a importância da proteção auditiva e da realização de exames regulares ainda precisa ser reforçada.